quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Capítulo 1 - Muito Potter Para a Sonserina

Capítulo 1 - Muito Potter Para a Sonserina
Escórpio passou gel no cabelo louro e pôs seus óculos de leitura. Depois, vestiu-se e se olhou no espelho. Passou as mãos na capa em modo de alisá-la. Estava perfeito. Um Malfoy exemplar. Pegou o livro Hogwarts: Uma História e começou a folhear.
- Escórpio, vem comer! - chamou Draco desde a cozinha.
- Já vou! - ele respondeu, deixando o livro na mesinha e tratou de descer as escadas da Mansão Malfoy. Logo chegou na cozinha, aonde sua mãe e seu pai o esperavam.
- Bom dia, filho. - disse Draco com um sorriso.
- É hoje que iremos comprar seu material. - avisou sua mãe, pondo o café da manhã na mesa. Tinham waffles de todos os tipos.
- Água. - pediu o menino e um copo vazio se encheu de água, indo para ele. Escórpio tinha esses poderes desde que era muito novo, mas achava que era normal para um bruxo. Seu pai discordava. Via que o filho controlava a água e tinha certeza de que ele era um Elemental, como chamavam os bruxos que podiam controlar os elementos.
- Vamos. - seu pai falou depois de todos acabarem de comer. Escórpio foi o primeiro, foi para a lareira e mentalizou:
- Beco Diagonal! - ele exclamou e logo sentiu uma tontura em seu corpo. Quando viu, estava dentro de uma loja, que Escórpio reconheceu como Floreios e Borrões. Para o seu grane azar, ele pensou, viu Harry Potter junto com um dos filhos na outra extremidade da loja. Ele tentou procurar "A Vida e As Mentiras de Alvo Dumbledore", livro que tanto queria. Até que viu o último exemplar na estante que o menino Potter estava olhando. Correu para lá. Nem viu quando esbarrou no moreno.
- Ai! - gemeu o garoto dos olhos verdes. Os de Escórpio eram azuis. - Você não olha por onde anda?
- Tsc, tsc... - Escórpio começou. - Típico de um Potter dizer isso.
- Você tem algum problema com os Potter? - perguntou o pai do menino, que Escórpio reconheceu como Harry. Era exatamente como o filho, mas parecia uns vinte anos mais velho.
- Nenhum. - ele respondeu. - Mas meu pai me falou muito sobre vocês.
- E quem seria seu pai? - Harry indagou curioso.
- Draco Malfoy...
- Isso explica tudo. - interrompeu o menino. - Você é filho de um comensal.
- Meu pai não é comensal. - vociferou Escórpio, como se fosse uma ofensa.
- Eu sei, meu caro. Não existem mais comensais. - disse o Potter pai, tentando aliviar uma possível briga.
- Não pode negar que existiram. - retrucou o menino.
- Qual o seu nome? Vai ficar na Grifinória como todos os Potter e Weasley? - perguntou Escórpio curioso. Foi quando seus pais o alcançaram.
- Escórpio, por que se afastou? - perguntou sua mãe, Astória.
- Queria o livro "A Vida e As Mentiras de Alvo Dumbledore". - ele explicou. - Meu sonho de consumo.
- Bem, eu tenho o primeiro nome de Alvo Dumbledore. Acho que o mereço mais. - disse o menino moreno, pegando o livro para si.
- Típico de um Potter. - Escórpio bufou irritado. Harry sorriu envergonhado. Não esperava aquilo do filho.
- E, respondendo sua pergunta, é óbvio que vou para a Grifinória. - Alvo respondeu. - E qual o seu nome?
- Óbvio que você é muito Potter para ir à Sonserina. - Escórpio comentou. - E meu nome é Escórpio.
- Desculpe o incômodo, Potter. - se desculpou seu pai.
- Tudo bem... Eu vejo que seu filho gosta de Alvo Dumbledore. Grande exemplo...
- Ele só gosta do livro porque nele Rita Skeeter mete o pau no velho. - Draco o interrompeu. - Não é filho?
- Hum hum. - o menino assentiu temeroso e Harry o olhou divertido.
- Sem problemas, Draco. Alvo, lhe dê o livro.
- Não vou devolver. Sempre quis saber mais sobre o homem que originou meu nome. - Alvo resmungou.
- Pode ficar com o livro, Potter. - Escórpio se rendeu. - Mas saiba que já tem um inimigo.
E, dito isso, Escórpio e seus pais foram comprar seus livros escolares.

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